A maioria dos pacientes chega ao consultório depois de meses — às vezes anos convivendo com limitações que foram normalizando aos poucos. A dor articular não some com o tempo. Ela evolui.
Acorda várias vezes na madrugada tentando encontrar uma posição que não doa. O dia começa já sem descanso.
Dificuldade para levantar uma sacola, segurar uma xícara ou alcançar uma prateleira coisas que antes eram automáticas.
O cotovelo lateja durante o trabalho. Quanto mais você ignora, mais o problema avança para uma condition crônica.
Sinal de compressão nervosa no cotovelo. Não é só inflamação precisa de avaliação especializada para o diagnóstico correto.
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| Condição Clínica | Descrição e Impacto no Paciente | Abordagem Terapêutica |
|---|---|---|
| Tendinite do Manguito Rotador | Inflamação dos tendões que estabilizam o ombro, causando dor aguda ao movimentar o braço e desconforto persistente. | Repouso relativo, aplicação de laser de alta potência e reabilitação física focada no fortalecimento muscular. |
| Bursite no Ombro | Inflamação da bursa subacromial (bolsa de líquido que amortece a articulação), gerando dor intensa e sensação de queimação. | Controle inflamatório com laserterapia, terapias físicas regenerativas e correção biomecânica do movimento. |
| Ombro Congelado (Capsulite Adesiva) | Rigidez extrema e dor progressiva na articulação, limitando severamente a amplitude de movimento do braço. | Mobilização articular assistida, infiltrações terapêuticas quando indicadas e fisioterapia intensiva para ganho de mobilidade. |
| Luxação Recorrente | Deslocamento repetido do ombro devido à instabilidade dos ligamentos, comum em atletas e após traumas iniciais. | Fortalecimento dos estabilizadores dinâmicos, reabilitação proprioceptiva ou indicação de cirurgia de estabilização. |
| Lesões Esportivas | Lesões agudas ou crônicas decorrentes de práticas físicas repetitivas, como natação, tênis, musculação ou crossfit. | Protocolos personalizados de reabilitação esportiva acelerada, visando o retorno seguro às atividades físicas. |
| Dor ao Levantar o Braço | Sintoma associado à síndrome do impacto subacromial, onde o tendão é pinçado contra a estrutura óssea do ombro. | Descompressão fisioterapêutica, fortalecimento específico e aplicação de tecnologias regenerativas como laser de alta potência. |
| Cirurgia de Ombro (Pós-operatório) | Fase crucial de reabilitação após procedimentos cirúrgicos para reparo de tendões ou reconstrução articular. | Protocolos de reabilitação pós-cirúrgica individualizados, focados na cicatrização tecidual e ganho gradual de força. |
| Condição | Como afeta sua vida | Abordagem terapêutica |
|---|---|---|
| Epicondilite Lateral (Cotovelo de Tenista) | Dor na parte externa ao apertar a mão, girar a chave ou usar o mouse. | Laser de alta potência, terapia manual, fortalecimento excêntrico. |
| Epicondilite Medial (Cotovelo de Golfista) | Dor interna ao flexionar o punho ou segurar objetos pesados. | Controle inflamatório, reabilitação especializada e orientação ergonômica. |
| Síndrome do Túnel Cubital | Formigamento e dormência no 4° e 5° dedos — nervo ulnar comprimido. | Diagnóstico com eletroneuromiografia, tratamento conservador ou cirúrgico. |
| Bursite Olecraniana | Inchaço visível e doloroso na ponta do cotovelo, dificulta apoiar o braço. | Proteção articular, compressão local, terapias regenerativas. |
| Artrose do Cotovelo | Estalos, rigidez matinal e dor crônica que pioram com o tempo. | Manejo conservador com preservação de mobilidade e controle da dor. |
Tecnologia que proporciona alívio imediato da dor, reduz inflamação e acelera a regeneração celular de forma indolor e não invasiva, muitas vezes evitando medicamentos fortes.
Exames de imagem e laboratoriais realizados na própria clínica. Diagnóstico mais ágil, início do tratamento imediato, sem deslocamentos desnecessários pela cidade.
Consulta especializada, fisioterapia, laser e reabilitação no mesmo espaço. Um acompanhamento coeso e personalizado do início ao fim do seu tratamento.
"Eu não conseguia levantar o braço para pentear o cabelo há 6 meses. Depois de 2 meses de tratamento com laser e fisioterapia, voltei a nadar sem nenhuma dor."
M.A., 48 anos — Tratamento:
Bursite no Ombro
"Trabalho no computador 8 horas por dia e o cotovelo não me deixava trabalhar direito. O diagnóstico foi rápido, o tratamento certeiro. Em 6 semanas voltei 100%."
R.F., 35 anos — Tratamento:
Epicondilite Lateral
"Joguei futebol americano por 10 anos e meu ombro estava em colapso. O Dr. Ricardo me deu uma solução sem cirurgia. Foram 4 meses e hoje treino normalmente."
C.M., 29 anos — Tratamento:
Instabilidade de Ombro
"O formigamento no dedo mindinho era constante. Descobri que era o nervo no cotovelo. Tratamento preciso e hoje não sinto mais nada — nem preciso de cirurgia."
L.B., 52 anos — Tratamento:
Síndrome do Túnel Cubital
Ocorre quando o tendão do manguito rotador é comprimido contra estruturas ósseas do ombro durante o movimento. Causa dor ao levantar o braço e pode evoluir para lesão do tendão se não tratada. O diagnóstico é clínico e por imagem.
Ambas são epicondilites inflamação dos tendões do cotovelo. A de Tenista afeta a parte externa e piora ao estender o punho. A de Golfista afeta a parte interna e piora ao flexionar o punho. Você não precisa praticar os esportes para desenvolvê-las movimentos repetitivos no trabalho são a causa mais comum.
Sim, infiltrações terapêuticas são eficazes para aliviar dor em epicondilites e bursites, especialmente quando realizadas com orientação por ultrassom para máxima precisão. O procedimento é rápido e o desconforto, mínimo.
Sim. O nervo ulnar passa pela parte interna do cotovelo e, quando comprimido, causa formigamento e dormência no quarto e quinto dedos da mão condição chamada síndrome do túnel cubital. O diagnóstico é feito com exame clínico e eletroneuromiografia.
Não. A grande maioria dos casos de ombro e cotovelo é resolvida com tratamento conservador fisioterapia, laserterapia, infiltrações e reabilitação. A cirurgia é indicada quando há falha do tratamento clínico ou quando a lesão estrutural exige reparo direto.
Depende da condição e do tempo de evolução. Inflamações tratadas precocemente respondem em 4 a 8 semanas. Lesões mais complexas ou crônicas podem levar de 3 a 6 meses. O protocolo é sempre individualizado após avaliação clínica detalhada.
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